Questionando #2 - E se a "TNA" não tivesse perdido os seus grandes nomes?

Questionando #2 - E se a "TNA" não tivesse perdido os seus grandes nomes?

A Impact Wrestling nasceu em 2002 pelas mãos de Jeff Jarrett e do seu pai, Jerry Jarrett. Começou como NWA-TNA fruto de uma parceria que tinha com a NWA, depois mudou para a sua designação mais conhecida, a famosa sigla TNA. Esse nome ficou associado à empresa desde 2004 até 2017, tendo se estabelecido como Impact Wrestling desde então, com uma  pequena pausa de três meses nos quais se chamou de Global Force Wrestling. Estas várias mudanças recentes no nome da empresa resultaram de uma grande reestruturação pela qual a empresa passou com o objetivo de limpar a sua imagem que tinha sido manchada por alguns acontecimentos pretéritos.

Não existem dúvidas quanto ao fracasso que a empresa teve por algum tempo, mas, se analisarmos bem, tudo isso aconteceu desde a saída daqueles que são considerados os grandes lutadores da sua história. Nomes como Samoa Joe, AJ Styles, Kurt Angle, Bobby Roode, Sting, Christopher Daniels ou Austin Áries (embora tenha regressado) abandonaram a empresa num curto espaço temporal e isso fez o público perder um pouco do seu interesse pela “TNA”. Tudo caiu a partir daí e a empresa atingiu um abismo que parecia não ter retorno.

Seguiram-se vários erros que estavam a enterrar ainda mais a companhia. Desde a falta de um roster com bons nomes até à dificuldade em arranjar um contrato televisivo que fosse lucrativo, passando também por uma constante troca na gerência da empresa. Felizmente, nos últimos meses, a Impact Wrestling tem conseguido recuperar a sua essência. Conseguiu uma importante parceria com a AAA e Lucha Underground que lhe permitiu integrar alguns lutadores de topo no roster como Pentagon Jr, Fenix ou El Hijo De Fantasma. Isso possibilitou uma grande melhoria no seu produto em relação ao que estava sendo apresentado há uns meses e anos atrás. Também tem conseguido se expandir para outros países como o México, onde conseguiu um contrato televisivo com a 52MX e algumas gravações que vão acontecer em setembro, ou o Canadá, onde a empresa agora está sediada.

Com tudo isso, agora surge a pergunta ‘E se a “TNA” não tivesse perdido os seus grandes nomes’? Como isso influenciou a empresa? Será que ela se conseguia se expandir com eles, ou a sua saída foi fundamental para isso acontecer? Dê a sua opinião nos comentários.

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