[Luta-Livre ou Teatro - #2] Escalera de la Muerte

Após uma disputa que já durava meses, chegávamos à quarta luta entre duas das melhores duplas da atualidade. Os Young Bucks e os Lucha Brothers já haviam se enfrentado em diferentes países, incluindo lutas com a participação de Kenny Omega (pelo lado dos Bucks) e Laredo Kid (com os Lucha Brothers).

Mas esta não seria uma luta qualquer. Para fechar esta feud precisaríamos de algo maior, mais espetacular. La Escalera de La Muerte, uma luta da qual não tínhamos muito o que esperar, não se sabia como esta se diferenciaria de uma luta de escadas tradicional.

Enquanto as duplas faziam seu caminho para o ringue vimos a estrutura montada. Uma série de escadas e mesas posicionadas ao lado do ringue. A cima o par de cinturões de campeões de duplas da Triple AAA.

Cero Miedo, dizem os Lucha Brothers.

Cero Huevos, retrucam os Young Bucks.

E eis que começa a batalha, já em um ritmo acelerado. E é aqui que começo a analisar um pouco mais friamente esta apresentação. Pode se perceber a presença de três juízes, distribuídos nas laterais do ringue. Sabe-se que uma luta de escadas só termina quando alguém retira os cinturões de cima do ringue, o que tira a necessidade deles estarem ali. Porém nesta luta é diferente, a presença deles garante fluidez e segurança durante todo o show. Isto pode ser percebido já quando os Bucks abrem a primeira escada, que termina de ser posicionada pelo grande arbitro Rick Knox.

O que se segue é uma luta que vai ao extremo do que venho falar nesta série de artigos. Todos os movimentos aqui são coreografados, hora entre os membros das duplas, hora entre seus oponentes. Há poucos momentos dentro desta luta que podemos perceber improvisação por parte dos atletas.

Por mais que esta luta tenha me agradado muito (em todas as quatro vezes que a assisti) eu entendo completamente a opinião de quem não gostou. Falta o que se espera de uma “luta”, falta briga, falta um ou outro golpe que não aconteça no momento exato que se espera. Mas sobra qualidade nos movimentos, sobra qualidade técnica em cada salto, em cada mesa quebrada, em cada OMG moment desta bela luta.

E agora vamos à parte da discussão, qual a opinião de vocês sobre este embate? O que fariam de diferente? Qual o melhor momento?

E é isso pessoal, na próxima voltaremos algumas décadas na história desta bela arte que é a Luta-Livre.
Após uma disputa que já durava meses, chegávamos à quarta luta entre duas das melhores duplas da atualidade. Os Young Bucks e os Lucha Brothers já haviam se enfrentado em diferentes países, incluindo lutas com a participação de Kenny Omega (pelo lado dos Bucks) e Laredo Kid (com os Lucha Brothers).

Mas esta não seria uma luta qualquer. Para fechar esta feud precisaríamos de algo maior, mais espetacular. La Escalera de La Muerte, uma luta da qual não tínhamos muito o que esperar, não se sabia como esta se diferenciaria de uma luta de escadas tradicional.

Enquanto as duplas faziam seu caminho para o ringue vimos a estrutura montada. Uma série de escadas e mesas posicionadas ao lado do ringue. A cima o par de cinturões de campeões de duplas da Triple AAA.

Cero Miedo, dizem os Lucha Brothers.

Cero Huevos, retrucam os Young Bucks.

E eis que começa a batalha, já em um ritmo acelerado. E é aqui que começo a analisar um pouco mais friamente esta apresentação. Pode se perceber a presença de três juízes, distribuídos nas laterais do ringue. Sabe-se que uma luta de escadas só termina quando alguém retira os cinturões de cima do ringue, o que tira a necessidade deles estarem ali. Porém nesta luta é diferente, a presença deles garante fluidez e segurança durante todo o show. Isto pode ser percebido já quando os Bucks abrem a primeira escada, que termina de ser posicionada pelo grande arbitro Rick Knox.

O que se segue é uma luta que vai ao extremo do que venho falar nesta série de artigos. Todos os movimentos aqui são coreografados, hora entre os membros das duplas, hora entre seus oponentes. Há poucos momentos dentro desta luta que podemos perceber improvisação por parte dos atletas.

Por mais que esta luta tenha me agradado muito (em todas as quatro vezes que a assisti) eu entendo completamente a opinião de quem não gostou. Falta o que se espera de uma “luta”, falta briga, falta um ou outro golpe que não aconteça no momento exato que se espera. Mas sobra qualidade nos movimentos, sobra qualidade técnica em cada salto, em cada mesa quebrada, em cada OMG moment desta bela luta.

E agora vamos à parte da discussão, qual a opinião de vocês sobre este embate? O que fariam de diferente? Qual o melhor momento?

E é isso pessoal, na próxima voltaremos algumas décadas na história desta bela arte que é a Luta-Livre.

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